A associação ambientalista considera que um eventual acidente, ainda que pontual, terá “consequências avassaladoras”.
Em comunicado, a Quercus alertou que as consequências de um possível acidente irão surtir efeito “tanto do ponto de vista socioeconómico, como ambiental, afetando irreversivelmente ecossistemas únicos e frágeis, bem como diversas espécies, incluindo aves marinhas, baleias e golfinhos”.
De relembrar, o consórcio entre a Eni e a Galp declarou de um poço petrolífero em Portugal, este Verão, o primeiro aberto em águas profundas e que ficará situado na Costa Alentejana, a cerca de 80 quilómetros de Sines.